
Em 31 de Dezembro de 2021 o mercado de saúde suplementar no Brasil se aproxima da marca de 49 milhões de beneficiários, o que representa aproximadamente 23% da população brasileira. Esses dados mostram a magnitude do setor, que no mesmo período contava com 1.015 operadoras ativas de saúde suplementar (operadoras com beneficiários), atuando em todas as regiões do país, com um faturamento anual de 178 milhões de reais (ANS, 2021). Estas Operadoras devem manter elevados padrões de controles para proporcionar credibilidade aos envolvidos, utilizando, portanto, práticas de GC, que são um conjunto de procedimentos que buscam uma vantagem competitiva para oferecer aos investidores e possíveis credores, além da manutenção e garantia do atendimento assistencial ao beneficiário.
A partir da RN 443/19 a Governança Corporativa (GC) é obrigação de cada uma das operadoras, daí a necessidade de entendimento desse termo. A Governança Corporativa é entendida como elo fundamental para a longevidade das organizações. A GC busca minimizar o problema de agência que reside no custo do controle (remuneração dos gestores, geração de relatórios, auditorias etc) de ações que minimizem as diferenças das informações geradas dentro para fora das empresas, esse custo é denominado custo de agência, a GC surge como uma resposta ao avanço do sistema capitalista, na perspectiva de uma gestão orientada para geração de resultados econômico-financeiros, sociais e ambientais.
Ao adotar as boas práticas de GC, ocorre um movimento de aproximação entre acionistas, conselheiros, direção executiva e colaboradores com foco nos princípios éticos, de conformidade, de transparência e de prestação de contas (accountability).
A ANS propõe obrigatoriamente às operadoras de saúde à adoção de práticas mínimas (I – transparência, II – equidade; III - prestação de contas e IV – responsabilidade corporativa) para mitigar possíveis descompassos gerenciais, através da ampliação da GC em todas as OPS (ANS 2019), a implantação das práticas mínimas de GC surge, portanto, como um grande desafio as Operadoras de saúde.
Na SUMMA, oferecemos um produto dinâmico e altamente alinhado as excepcionalidades de sua Operadora, Cooperativa ou Administradora de Benefícios, garantindo uma implantação da práticas de Governança Corporativas altamente alinhadas a sua necessidade particular e as determinações do regulador.